Reflexão para o 16º DOMINGO DO TEMPO COMUM



Leituras: 
Jeremias 23, 1-6; 
Salmo 22 (23); 
Efésios 2, 13-18; 
Marcos 6, 30-34
 
Cristo deixou pastores instituídos para continuaram a guiar o seu povo, quer por prados e campinas verdejantes, quer por vales tenebrosos. Eles são chaves indispensáveis à vida e à missão da Igreja. A preparação e o cuidado desses pastores se faz cada dia mais exigente e de responsabilidade de todos.,
Existem tantos pobres e famintos, abandonados e sem carinho. A comunidade eclesial, que celebra o pastoreio de Jesus Cristo, não pode cruzar os braços nem fechar os olhos diante da situação de tantos e tantos sofredores, ovelhas sem pastor.
Pastor é quem tem responsabilidade pelo bem de outras pessoas. A atitude de Jesus lembra-nos que esta é a forma de ser de Deus, e também deve caracterizar a comunidade cristã.
No seguimento de Jesus, somos ovelhas e pastores, convocados a viver a “compaixão/sentir com” os pobres, a ser “pastores amorosos“, responsáveis pela sorte, pela vida, pela paz, pela felicidade dos irmãos e irmãs.
Jesus traz a paz a todos sem exceção. Porque vem da parte de Deus, e, nele, nós somos filhos de Deus. A divisão entre judeus e pagãos, crentes e não crentes, brancos e negros, homem e mulher ou qualquer outra posição não pode ser aceita por nós. Não tem lugar na comunidade eclesial. A comunidade é chamada a exercer o pastoreio de Jesus, ajudada e animada pelos pastores convocados e instituídos.
O convite de Jesus para ir a um lugar tranqüilo e descansar um pouco não é detalhe que destoa no Evangelho. Criemos em nossas comunidades espaços para o descanso, o lazer e a convivência prazerosa. A vida cristã não se reduz a preceitos, pecados, orações, devoções, abstinências, jejuns ou esmolas, mas proporciona também experiências fraternas na gratuidade, no aconchego, no convívio alegre e fraterno.
Jesus Cristo é a misericórdia de Deus que nos acompanha ao longo da vida e nos conduz à casa do Pai, para aí habitarmos eternamente.
Como rebanho, encontramo-nos no regaço de nosso Pastor para refazer as forças e ouvir sua Palavra. A celebração nos afasta da correria da missão e dos afazeres da vida, para permanecermos na intimidade do Senhor, experimentarmos o seu carinho e a sua gratuidade, e prosseguirmos mais animados em nossa caminhada pascal.
Somos tocados pelo seu olhar compassivo. Sua presença amorosa se faz sentir na comunidade de irmãos que juntos celebram o sacramento de sua Palavra, que ecoa do meio dos acontecimentos, da homilia, dos cantos e do silêncio. E, num diálogo de aliança e compromisso, respondemos professando nossa fé e suplicando, desejosos, que seu Reino venha logo.
Mas é no rito eucarístico que vivemos a plena comunhão da aliança com o Senhor. Agradecidos, oferecemos com Ele nossa vida ao Pai que nos brinda com a ceia, sacramento da entrega de seu Filho na cruz.
Na comunhão de sua aliança, deixemo-nos tomar de compaixão pela multidão faminta, sofrida e desesperançada ao nosso redor. Pela força do Espírito, como bons pastores, assumimos doar nossa vida para que o mundo tenha vida e alegria.

Reflexão para o 15º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Leituras: 
Amós 7, 12-15; 
Salmo 84 (85); 
Carta de São Paulo aos Efésios 1, 3-14; 
Marcos 6, 7-13.

REFLETINDO

No Evangelho de Marcos, como caminho de iniciação cristã, descobrimos, passo a passo, quem é Jesus e como ser seu amigo, parceiro e discípulo. Como apóstolos, somos convocados, batizados e iluminados, para sermos enviados. O convite de Deus sempre implica num envio. Somos cristãos não para enfeitar a Igreja, nem para granjear honrarias, mas para a missão e o compromisso.
Depois de rejeitado em Nazaré, sua terra (Evangelho do domingo passado), Jesus chama os discípulos e começa a enviá-los em missão, dois a dois, com o poder de expulsar os espíritos maus e de curar os doentes. Mas impõe algumas condições:
Ir dois a dois, isto é, de mãos dadas, abraçados com a vida sonhada por Deus para todos, em harmonia e bom entendimento. O segredo é a ajuda mútua entre as pessoas que evangelizam. Havia o costume judaico de não viajar sozinho e, aqui, simboliza também a dimensão comunitária da missão.
Levar um cajado e ter sandálias nos pés significa estar disposto para uma longa caminhada. Cajado é símbolo do caminheiro do deserto, apoio nas estradas tortuosas e perigosas e identidade do servidor. “Sandálias nos pés” significa desprendimento e atitude de colocar-se a serviço sem reservas.
Levar só o necessário, evitar aparências, ser pobre para ser livre e apresentar-se pobre e sem poder. O supérfluo pesa e atrapalha a missão. O passo do peregrino do Evangelho se caracteriza pela leveza e rapidez.
Contentar-se com a hospitalidade do caminho. Hospitalidade não está no conforto de uma residência, mas na Igreja e na paz experimentadas, frutos da Palavra partilhada. Na verdade, simboliza o exercício da missão com gratuidade, sem esperar recompensas e muito menos pagamentos. Com desapego às coisas que passam e inteiro despojamento de si mesmo. Para tanto, ter cuidado com a “poeira” dos que não aceitam o Evangelho. Não impor seus ideais e ideologias, mas comunicar os ensinamentos do Senhor com liberdade e sem medo das possíveis recusas. Nunca impor o Evangelho, pois é mais coerente com o jeito de Deus respeitar a liberdade e a opção religiosas das pessoas.

“Convertam-se e creiam no Evangelho”! Nisso está o ensinamento básico, tanto na boca de Jesus como na missão dos apóstolos. O desafio é desempenhar a missão no modo de Jesus na pedagogia dele, que veio curar e consolar. Não são discursos, mas sinais concretos: expulsar demônios, curar e libertar. Numa palavra: destruir tudo o que oprime, escraviza, rebaixa e exclui as pessoas. Abrir-se para todas as possibilidades de vida feliz e abundante para todos.
Os discípulos expulsaram “espíritos imundos e muitos demônios” e curaram vários enfermos. Espíritos imundos são todas as forças do mal, as forças que provocam doenças, que suscitam maus sentimentos e que originam opressões, violências e injustiças. Dessa forma, os Doze foram adquirindo autonomia e confiança em si mesmo, e tomaram mais consciência de que eram capazes de realizar as mesmas coisas que Jesus realizava. O enviado não escolhe a própria direção; age em nome de quem o enviou.
A leitura do Primeiro Testamento está em um contexto de crescente desigualdade entre ricos e pobres. Ricos cada vez mais ricos à custa dos pobres, sempre mais pobres. Há uma manipulação do rei à religião e ao culto. Amós, simples vaqueiro e cultivador de sicômoros, é escolhido por Deus para falar como profeta numa terra que não era sua. Ele era do sul e foi enviado a profetizar no norte. Sua palavra contesta o rei e a própria religião oficial, que encobre os desmandos dos poderosos. Foi logo rejeitado, expulso e intimado a voltar para sua região de origem, Judá.
Amós, profeta e escritor, profetiza mais ou menos em 760 a.C., no tempo de Jeroboão, rei de Israel no norte (783-743 a.C) que criou santuários em Betel e Dã. Nos santuários, colocou bezerros de ouro, Betel passou a ser “santuário do rei”. A denúncia e a inconformidade do profeta provêm de Deus para defender a vida do povo.
Deus garante que o povo lhe pertence. Ninguém poderá, mesmo em nome da religião, manipular, explorar e oprimir seu povo. Tal convicção encoraja e fortalece o profeta diante das grandes dificuldades que a missão lhe impõe.
Essa consciência política e religiosa de Amós o fará não temer os poderosos, nem fugir do compromisso profético diante da herança de Deus esmagada: o seu povo, o povo da aliança, vocacionado à liberdade, à terra e a dignidade da vida.

O Salmo 84 (85) é uma súplica coletiva. A sua compilação é posterior à volta do exílio da Babilônia. Ocupa-se com o povo reunido clamando por restauração e salvação. “A salvação está próxima e a glória de Deus vai habitar outra vez a terra. O universo inteiro vai participar de uma grande coreografia. É a dança da vida que está por começar. Já se formam os pares: Amor e Fidelidade, Justiça e Paz, Fidelidade e Justiça” (José Bortolini, Conhecer e Rezar os Salmos. Paulus. São Paulo, 2001 p.353).
O Salmo atesta que Deus está ligado à terra, símbolo da vida. Entre Ele e a terra há um diálogo aberto e uma troca de bens. Javé dá a chuva, e a terra dá alimento ao povo, e o povo, por sua vez, festeja com Deus, oferecendo os primeiros frutos produzidos pela terra. Hoje, cantamos o salmo à luz do mistério de Cristo.

Ouviremos partes da carta aos Efésios nos próximos sete domingos. Hoje em (1,3-14), encontramos um hino de benção e louvor, síntese de toda a carta. Bento XVI reafirma que é uma anáfora litúrgica, exaltando o desígnio de Deus, realizado nas pessoas por meio de Cristo.
A “benção” é uma característica da oração judaica. O israelita medita o dia todo nas intervenções de Deus em favor do seu povo. Recorda com muita alegria os benefícios por Ele concedidos e lhe rende graças, pronunciando uma “benção”.
Deus, antes da criação do mundo, pensou em nós. E, movido por seu imenso amor, não se limitou em nos dar a vida. Idealizou um plano de salvação para toda a humanidade. Decidiu que todos os homens formassem uma só pessoa com Cristo, que recebessem a sua vida divina e fossem introduzidos na sua intimidade. Deste modo, poderão ser eternamente felizes com Ele. A humanidade não está destinada à ruína e à destruição, mas à felicidade sem fim.
A bênção de Deus é considerada como eleição, libertação, recapitulação, herança prometida, dom do Espírito, presença da Páscoa de Cristo, nossa vida e ressurreição.

Lançamento da Oração Oficial marcará comemorações de um ano para o início da JMJ Rio2013


Iniciando os eventos para a contagem regressiva para um da JMJ Rio2013 será lançada, no dia 13 de julho, a Oração Oficial da Jornada, durante a “Vigília dos Jovens Adoradores”, evento que tem reunido milhares de jovens desde sua primeira edição, em novembro de 2011.
A Vigília, organizada pelo Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 e pelo Setor Juventude da Arquidiocese do Rio de Janeiro, acontece todas as segundas sextas-feiras de cada mês e para preparar espiritualmente a juventude do Rio, rezar pelos preparativos da JMJ Rio2013, pelos jovens do mundo inteiro e pelo Santo Padre.
Por isso, neste mês de julho a Vigília será ainda mais especial. Diferentemente dos outros meses, em que a Vigília é realizada dentro da Igreja de Sant’Ana, no Centro, neste mês ela começará no Largo da Carioca, às 18h30, com momentos de oração, louvor e testemunhos, conduzidos pela Comunidade Aliança de Misericórdia. A partir das 20h haverá Adoração ao Santíssimo Sacramento.
Às 22 horas será celebrada a Santa Missa presidida pelo presidente do COL e arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Logo após haverá o lançamento da Oração Oficial da JMJ Rio2013, seguido de procissão até a Igreja de Sant’Ana, Santuário de Adoração Perpétua do Rio de Janeiro, onde os jovens ficarão até às 6h.
O evento marcará também o encerramento da Missão Thalita Kum, da Comunidade Aliança de Misericórdia, realizada desde 2009 no Rio de Janeiro, onde jovens através de dança, música e teatro evangelizam em praças, ruas e ônibus da cidade. Esta acontecerá durante toda a semana anterior à vigília.
A cada vigília o público chega a cerca de mil jovens, e a expectativa é ainda maior para este mês. E jovens do mundo todo podem acompanhar a Vigília que é transmitida ao vivo pela WEBTV Redentor (TV web da Arquidiocese do Rio de Janeiro).
Fonte: CNBB

JULHO 2012



Dia 15 
7h - Pesqueira - Catedral
10h - Arcoverde - CEDEC
19h - Pesqueira - Catedral
Dia 16 -Arcoverde
Dia 17 - Pesqueira - Catedral
Dia 18 - Pesqueira - Catedral (9h30) e São Sebastião (19h)
Dia 19 - Pesqueira - Catedral (7h e 19h)
Dia 21 - Alagoinha (11h)
Dia 22 - 9h - Arcoverde (Fundação Terra) e 17h - Belo Jardim (N. Sra. da Saúde)
Dias 23 a 25 - Buíque
Dia 25 - Arcoverde (Colégio Cardeal - Missa dos Avós - 19h)
Dia 27 - Pesqueira (Pastoral da Criança) e Arcoverde (Paróquia São Cristovão - 19h)
Dia 28 - Belo Jardim (N. Sra da Saúde- 19h)
Dia 29 - Belo Jardim (Nossa Senhora da Saúde - 7h e 17h)

Carta ao Povo de Deus da Comunidade de São Domingos, Brejo da Madre de Deus


Caríssimos irmãos e irmãs

Como Pastor desta Diocese, atento e solidário à vida do nosso povo, dirijo-me à Comunidade de São Domingos – Brejo da Madre de Deus – em vista do triste e lamentável acontecimento do último dia 11, que chocou a todos nós, causando-nos profunda tristeza e indignação.

Já seria por demais considerar o fato em uma situação onde a vítima fosse um adulto, quanto mais em se tratando de uma criança de 9 anos. O que nós assistimos em São Domingos é digno de qualquer repúdio, e clama para que se faça justiça aos culpados. A vida humana, acima de tudo, é algo que não tem preço. Aos olhos de Deus, somos filhas e filhos prediletos, preciosos, de tal forma que Jesus assumiu essa mesma natureza humana “para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo. 10,10).

Nesta hora de dor e sofrimento, manifesto aqui a minha profunda solidariedade para com a família de Flânio da Silva Macedo, vítima de um ato bárbaro em vista de possível ritual e oferenda macabra. Aos familiares, a certeza de nossa oração e o nosso carinho, expressos também na pessoa do Pe. Severino Ésio, pároco local, como sinal da Igreja diocesana atenta ali às angústias de seu povo.

Porém, se por um lado o ocorrido nos parece digno de repúdio, é válido aqui também ressaltar que um erro jamais será remédio para consertar outro. Acompanhamos também por meio da mídia a reação de uma população que, em estado de revolta, deu-se ao direito de fazer justiça com as próprias mãos em atos violentos e reprováveis, em vista um encaminhamento do problema. Apelo aqui a todos para que deixem que as autoridades competentes possam, com tranquilidade, segurança e competência, conduzir as providências cabíveis frente ao que o fato requer. Jamais uma violência consertará outra. Por essa razão, exorto, mais uma vez a Comunidade de São Domingos, naqueles que o possam fazer, a que antes de tudo se coloquem em estado de disponibilidade e solicitude para favorecer o andamento das investigações, sem fazer mais uso da violência para remediar os fatos.

Quero, portanto, com esta mensagem, que todos saibam da nossa preocupação e solidariedade para com o povo de São Domingos, particularmente com os familiares da criança. Reafirmo ainda a todos o nosso pedido para que guardem a tranquilidade e o equilíbrio nesta hora. Contem sempre com nosso apoio. Asseguro-lhes, por fim, nossas orações e nosso carinho de pastor, pai e amigo.

O Deus que é Amor, vos abençoe hoje e sempre.

Pesqueira, 12 de julho de 2012.


Dom José Luiz Ferreira Salles, CSsR
Bispo Diocesano

Cáritas Diocesana de Pesqueira lança campanha do agasalho 2012


A Cáritas da Diocese de Pesqueira convida as Paróquias, os Empresários, os Grupos, os Movimentos, as Pastorais e a sociedade civil a ajudar as famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança e dignidade!
Contribua para que o inverno seja um período menos difícil para quem precisa! Este ano a temperatura da Solidariedade vai subir!
Fortaleça os laços de Solidariedade: Doe agasalhos!
Guarda-Roupa não sente frio. Não esqueça: um cabide vazio pode ser o sorriso de quem precisa. Nada melhor para acabar com o frio do que o calor humano! Participe doando roupas e agasalhos em bom estado!
Articulador - Risaldo Gomes da Silva
Fonte: Diocese de Pesqueira/ Cáritas Diocesana

"Dou graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor ", diz o Papa sobre dom Eugênio

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O Papa Bento XVI expressou pesar pela morte do Cardeal Eugênio de Araújo Sales, que faleceu na noite de segunda-feira, 9 de julho, no Rio de Janeiro. No telegrama que enviou ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, o Santo Padre manifesta sua estima pelo cardeal brasileiro.

Leia a íntegra do telegrama enviado ao Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta:

Exmo Revmo Dom Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro

Recebida a triste notícia do falecimento do venerado Cardeal Eugênio de Araújo Sales, depois de uma longa vida de dedicação à Igreja no Brasil, venho exprimir meus pêsames a si e aos bispos auxiliares, ao clero e comunidades religiosas, e aos fiéis da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que por três décadas teve nele um intrépido pastor, revelando-se autêntica testemunha do evangelho no meio do seu povo. Dou graças ao Senhor por ter dado à Igreja tão generoso pastor que, nos seus quase setenta anos de sacerdócio e cinquenta e oito de episcopado, procurou apontar a todos a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade, em permanente atenção pelos mais desfavorecidos, na fidelidade ao seu lema episcopal: “impendam et superimpendar” (gastarei e gastar-me-ei por inteiro por vós). Enquanto elevo fervorosas preces para que Deus acolha na sua felicidade eterna este seu servo bom e fiel, envio a essa comunidade arquidiocesana, que lamenta perda dessa admirada figura, à Igreja no Brasil, que nele sempre teve um seguro ponto de referência e de fidelidade à Sé Apostólica, e a quantos tomam parte nos sufrágios animados pela esperança da ressurreição, uma confortadora bênção apostólica.

Benedictus PP. XVI

Presidente da República lamenta morte de dom Eugênio

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A presidenta Dilma Rousseff emitiu, nesta terça-feira, 10 de julho, uma nota de pesar pelo falecimento do cardeal dom Eugênio de Araújo Sales. Ela afirma que o arcebispo emérito do Rio de Janeiro "deixa seu nome inscrito na história da Igreja Católica pelo relevante papel que desempenhou em toda a sua vida".

Leia a nota:
"O cardeal Dom Eugenio de Araújo Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro, deixa seu nome inscrito na história da Igreja Católica pelo relevante papel que desempenhou em toda a sua vida. Em sua trajetória, a preocupação social sempre esteve associada ao trabalho eclesiástico, como bem sintetizam as Campanhas da Fraternidade, uma de suas iniciativas, que marcam a ação da igreja em todo o Brasil. Neste momento de pesar, levo minha solidariedade ao povo do Rio de Janeiro e a todos os admiradores, familiares e amigos de D. Eugenio.
Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Morre o fundador da Campanha da Fraternidade

“Dom Eugênio Sales foi o grande responsável pela existência da Campanha da Fraternidade”, afirma padre José Adalberto Vanzella, doutor em Teologia, secretário executivo do regional nordeste 5 da CNBB. Artigo seu sobre o tema foi enviado à sede da Conferência em Brasília.
Padre Vanzella lembra que para compreender a participação de Dom Eugênio na campanha da Fraternidade da CNBB, “precisamos conhecer o processo histórico que possibilitou o surgimento da referida campanha. Este processo iniciou-se na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Durante a Segunda Guerra Mundial, Natal foi escolhida pelos Estados Unidos como lugar estratégico para comandar as tropas que lutavam no norte da África e, no final de 1941, a cidade, que tinha menos de 60.000 habitantes, recebeu 20.000 soldados norte americanos, o que gerou uma grande desordem social. O crescimento da cidade foi vertiginoso, de modo que, em 1950, a sua população era de 103.215 habitantes, o que significou um crescimento populacional de 84,18% em uma década. Se esse índice de crescimento fosse mantido, Natal seria hoje pelo menos quatro vezes mais populosa e uma das cinco maiores cidades do país”.
O crescimento referido por padre Vanzella, no artigo, “veio acompanhado de sérios problemas que desafiaram a Igreja. Quem respondeu inicialmente aos desafios foi a Ação Católica que, a partir de 1945, deixa de ter apenas objetivos religiosos e missionários para se preocupar também com os problemas sociais, o que acontece com a realização da Primeira Semana da Ação Católica. O assistente eclesiástico das Senhoras da Ação Católica de Natal era o padre Nivaldo Monte. Ainda em 1945, o padre Eugênio de Araújo Sales, diretor espiritual do Seminário Menor São Pedro, de Natal, criou a Juventude Masculina Católica, e logo associou-se ao padre Nivaldo Monte na tarefa de responder aos desafios sociais da cidade de Natal. O resultado dessa união foi o estabelecimento de reuniões mensais, a partir de 1948, para discussão dos assuntos sendo que, aos poucos, todo o clero de Natal envolveu-se com a questão. O resultado dessas reuniões foi o surgimento do Movimento de Natal, que tem como referência de seu surgimento o ano de 1948, com ações sociais em diferentes frentes”.
Em 1961, segundo padre Vanzella, a Cáritas Brasileira idealizou uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição, buscando autonomia financeira para a prática da solidariedade. Era uma campanha de coleta que deveria acontecer no tempo da quaresma colhendo os frutos do jejum e da penitência. Essa atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada, pela primeira vez, na Quaresma de 1962, em Natal (RN), a pedido do então Administrador Apostólico Sede Plena, dom Eugênio de Araújo Sales, que havia sido nomeado bispo auxiliar em 1954 e, em 1962, assumiu a direção da Arquidiocese. A iniciativa contou com adesão de outras três dioceses e apoio financeiro dos bispos norte-americanos. No ano seguinte, dezesseis dioceses do Nordeste realizaram a Campanha, sendo que o local onde ela obteve maior sucesso foi a Arquidiocese de Fortaleza, principalmente por causa do estímulo, apoio e comprometimento do seu arcebispo, dom José de Medeiros Delgado.
“Em 1963, na cidade de Nisia Floresta, quatro religiosas da Congregação Missionária de Jesus Crucificado realizaram, à luz do Concílio Vaticano II que estava em andamento, uma experiência de inserção, indo morar na paróquia que era sede vacante e atuando como verdadeiras vigárias, inseridas também no contexto da Arquidiocese de Natal. Ao constatar a péssima condição de vida do povo e a necessidade de uma ação mais efetiva de solidariedade, criaram a Marcha da Solidariedade, caminhada a pé passando de casa em casa recolhendo doações para a solidariedade”, escreve padre Vanzella. “Esta caminhada usava de todos os recursos disponíveis como carro de som, faixas, cartazes, etc., e todos os meios de locomoção e acontecia na semana que precedia o Domingo de Ramos, terminando no domingo. Nesta caminhada, arrecadavam todos os tipos de doações, como roupas, utensílios domésticos, alimentos, remédios e, principalmente, produtos da agricultura local como o coco, mandioca, abóbora, etc. Alguns produtos eram distribuídos diretamente e outros comercializados nas feiras livres da região. Com os recursos angariados, eram comprados objetos que respondiam às necessidades da população como alimentos, redes, roupas, panelas, etc., que as irmãs distribuíam para as pessoas carentes nas suas próprias casas. A comunidade que mais participou desta atividade em Nísia Floresta foi a de Timbó, distante cinco quilômetros da sede, onde estive presidindo a Eucaristia e fiz uma reunião com os moradores que narraram fatos do início da Campanha da Fraternidade e pediram explicações sobre a situação atual da referida Campanha”.
No artigo, padre Vanzella lembra que “durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II, o Cardeal Suenens fez um discurso, no final da primeira sessão, que gerou uma discussão entre o episcopado brasileiro sobre a realização de uma campanha de arrecadação de fundos para a ação social. A consequência dessa discussão foi que, durante uma reunião dos Bispos do Brasil, na casa Domus Mariaeem Roma, que aconteceu em outubro de 1963, foi aprovada a realização da Campanha da Fraternidade em âmbito nacional, seguindo o modelo que acontecia no Estado do Rio Grande do Norte”.
A partir das decisões desta reunião, segundo o texto do padre Vanzella, “Dom Helder Câmara, Secretário-Geral da CNBB, escreveu uma circular a todos os bispos do Brasil, datada de 26 de dezembro de 1963, que ficou conhecida como ´certidão de nascimento da Campanha da Fraternidade´ na qual coloca os seus princípios fundamentais: ´Excelência: É, provavelmente, do seu conhecimento o plano de uma Campanha Nacional, na linha de coletas que são feitas na Alemanha Católica. Embora ainda estejamos estudando com técnicos em publicidade o lançamento desta promoção, permita a confiança fraterna de enviar-lhe o primeiro esboço do que está ocorrendo como sugestão. Por favor, envie-nos uma primeira reação urgente: a) Em tese, a ideia lhe agrada? b) A Diocese de V. Excia. aderirá à Campanha? c) Que impressão lhe causa o material remetido? Tem sugestões a apresentar? Aguardo suas instruções e suas ordens o amigo em Jesus Cristo”.
“A criação da Campanha da Fraternidade, no Rio Grande do Norte, não foi um ato isolado na vida de Dom Eugênio, mesmo porque este ato foi um avanço num processo que ele vinha desenvolvendo há anos. Todos esses fatos nos mostram como a caridade moveu o seu coração, assim como a sua sensibilidade em relação ao sofrimento humano, que se mostrou presente em toda a sua vida como, principalmente nos trabalhos que ele realizou em Salvador e no Rio de Janeiro”, conclui padre Vanzella.

Igreja se despede de dom Eugênio de Araújo Sales

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É com pesar que o Regional Leste 1 da CNBB noticia o falecimento do arcebispo emérito da Arquidiocese do Rio, Cardeal dom Eugênio de Araújo Sales, na noite de segunda-feira, 9 de julho de 2012. Aos 91 anos, dom Eugênio faleceu em casa, no Rio de Janeiro.
Seu lema, fundamentado na Carta de São Paulo aos Coríntios, era: “Impendam et Superimpendar” (2Cor 12,15: “De mui boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós”). Era o mais antigo cardeal da Igreja Católica.
O corpo de dom Eugênio chegará na Catedral de São Sebastião às 12h desta terça-feira, dia 10 de julho, onde, segundo informações postadas no facebook e no twitter do Arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, acontecerá o velório do cardeal, com missas de duas em duas horas.
O sepultamento será na própria Catedral, no final da tarde de quarta-feira, 11 de julho.

Cardeal Dom Eugênio Sales morre aos 91 anos no Rio


Morreu, na noite desta segunda-feira, aos 91 anos, na capital fluminense, o cardeal Dom Eugenio de Araujo Sales, arcebispo emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Dom Eugênio morreu na Residência Assunção, onde morava, na Estrada do Sumaré, na zona norte do Rio. Segundo a Arquidiocese, o mais antigo cardeal da Igreja Católica morreu por volta das 23 horas por causas naturais. Até a 0h45 desta terça-feira, 10, o corpo do religioso era preparado para ser velado na Catedral São Sebastião, no centro do Rio.
Arquidiocese informou que, nos últimos dias, a rotina de Dom Eugênio, que não possuía nenhuma enfermidade grave, limitava-se entre o quarto e no gabinete, onde lia jornais e assistia à TV. Natural de Acari, no Rio Grande do Norte, Dom Eugênio chegou a ter o nome cogitado entre os candidatos a Papa, depois da morte de João Paulo I.
Em nota divulgada na madrugada desta terça-feira, o governador do Rio, Sérgio Cabral, lamenta a morte de Dom Eugenio Sales e decreta luto oficial de três dias no Estado. "Dom Eugenio Sales era amado pelo povo do Rio de Janeiro. Nas últimas décadas, a sua liderança religiosa foi a mais importante do nosso Estado. Vamos decretar três dias de luto", afirma Cabral.

LANÇADO DE MODO EXTRA OFICIAL O CARTAZ DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013

cartaz_CF_2013

Foi apresentado na noite de sexta-feira, 6 de julho, na ExpoCatólica, em São Paulo, o Cartaz da Campanha da Fraternidade 2013, que tem como tema “Fraternidade e Juventude”, e lema: “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8). Realizada no auditório Cantareira, do Expo Center Norte, a cerimônia contou com a presença de bispos, autoridades civis, sacerdotes, religiosos, jornalistas e empresários.

O diretor geral das Edições CNBB, Padre Valdeir Goulart disse que o lançamento oficial será realizado em agosto, em Brasília, junto com o texto base e os subsídios. "Como o cartaz já estava pronto, porque os bispos o escolheram no mês passado, decidimos apresentar na ExpoCatólica, especialmente aos meios de comunicação e aos empresários", disse o sacerdote.

Em 2013, os dois eventos juntos, a ExpoCatólica Rio e Bote Fé Brasil ocuparão 200 mil m² do Centro de Exposições Riocentro, tendo início dentro da programação oficial da Semana Missionária e se estendendo para os dias da Jornada.

14º DOMINGO DO TEMPO COMUM (08/07)



Leituras


1ª leitura:
Leitura da Profecia de Ezequiel
Naqueles dias, o Espírito entrou em mim e fez-me levantar. Ouvi então Alguém que me dizia: «Filho do homem, Eu te envio aos filhos de Israel, a um povo rebelde que se revoltou contra Mim. Eles e seus pais ofenderam-Me até ao dia de hoje. É a esses filhos de cabeça dura e coração obstinado que te envio, para lhes dizeres: ‘Eis o que diz o Senhor’. Podem escutar-te ou não - porque são uma casa de rebeldes -, mas saberão que há um profeta no meio deles».

SALMO RESPONSORIAL – Salmo 122 (123)
Refrão: Os nossos olhos estão postos no Senhor, até que Se compadeça de nós.Levanto os olhos para Vós,
para Vós que habitais no Céu,
como os olhos do servo
se fixam nas mãos do seu senhor.

Como os olhos da serva
se fixam nas mãos da sua senhora,
assim os nossos olhos se voltam para o Senhor nosso Deus,
até que tenha piedade de nós.

Piedade, Senhor, tende piedade de nós,
porque estamos saturados de desprezo.
A nossa alma está saturada do sarcasmo
dos arrogantes e do desprezo dos soberbos.


2ª leitura
Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos CoríntiosIrmãos: Para que a grandeza das revelações não me ensoberbeça, foi-me deixado um espinho na carne,
um anjo de Satanás que me esbofeteia - para que não me orgulhe. Por três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim. Mas Ele disse-me: «Basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que se manifesta todo o meu poder». Por isso, de boa vontade me gloriarei das minhas fraquezas, para que habite em mim o poder de Cristo. Alegro-me nas minhas fraquezas, nas afrontas, nas adversidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor de Cristo, porque, quando sou fraco, então é que sou forte.


Evangelho
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se à sua terra e os discípulos acompanharam-n’O. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Os numerosos ouvintes estavam admirados e diziam: «De onde Lhe vem tudo isto? Que sabedoria é esta que Lhe foi dada e os prodigiosos milagres feitos por suas mãos? Não é ele o carpinteiro, Filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? E não estão as suas irmãs aqui entre nós?» E ficavam perplexos a seu respeito. Jesus disse-lhes: «Um profeta só é desprezado na sua terra, entre os seus parentes e em sua casa». E não podia ali fazer qualquer milagre; apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. Estava admirado com a falta de fé daquela gente. E percorria as aldeias dos arredores, ensinando.

REFLEXÃO

1. A PALAVRA MEDITADA AO LONGO DA SEMANA.
Ao longo dos dias da semana anterior ao 14º Domingo do Tempo Comum, procurar meditar a Palavra de Deus deste domingo. Meditá-la pessoalmente, uma leitura em cada dia, por exemplo… Escolher um dia da semana para a meditação comunitária da Palavra: num grupo da paróquia, num grupo de padres, num grupo de movimentos eclesiais, numa comunidade religiosa… Aproveitar, sobretudo, a semana para viver em pleno a Palavra de Deus.


2. BILHETE DE EVANGELHO.
Os ouvintes estão admirados, chocados… Como poderia Jesus fazer milagres quando se punha em dúvida as suas palavras de profeta e os seus atos de salvador? Com efeito, os seus conterrâneos olham-n’O apenas com os olhos de carne, só vêem n’Ele o filho do carpinteiro com quem tinham jogado, trabalhado, escutado a lei na sinagoga… Não reconhecem n’Ele o enviado de Deus. Falta-lhes o olhar da fé para ler no seu ensino a mensagem de Deus e nos seus milagres sinais do Todo-Poderoso. E quanto a nós, como está o nosso olhar de fé, ao vermos Jesus e os seus sinais de salvação?


3. À ESCUTA DA PALAVRA.
Testemunho profético… Afinal, o que é um profeta? A ideia mais espalhada é que é alguém que prevê e anuncia o futuro. Esses profetas não faltam hoje… Ora, como Ezequiel, o verdadeiro profeta está habitado, em primeiro lugar, pelo Espírito Santo, para ser em seguida enviado aos seus irmãos em humanidade e lhes anunciar a Palavra de Deus. Mas não se trata de uma missão de descanso! A Palavra de Deus inquieta sempre, porque convida os homens a descentrarem-se de si mesmos. Ezequiel é enviado a um povo de rebeldes, que têm o rosto duro e o coração obstinado. Nestas circunstâncias, não é fácil fazer-se ouvir. A missão do profeta não é prazer. Jesus fez a experiência… Basta ver a atitude dos seus conterrâneos… A própria família tinha tentado impedi-lo de falar. Ora, pelo nosso batismo e confirmação, todos somos chamados a ser profetas, a deixarmo-nos habitar pelo Espírito, pela Palavra de Deus, para nos tornarmos arautos e testemunhas onde vivemos. O Concílio Vaticano II, recuperando esta missão profética dos baptizados, declara que estes últimos recebem todos o sentido da fé e a graça da palavra, a fim de que brilhe na sua vida quotidiana a força do Evangelho. Os cristãos não devem esconder este testemunho e esta palavra no segredo do seu coração, mas devem exprimi-lo também através das estruturas da vida do mundo. Há que tomar a sério esta missão profética!

4. PARA A SEMANA QUE SE SEGUE…
A cada um o seu chamamento… Cada um de nós pode refletir qual é o chamamento pessoal do Senhor, à volta de três palavras: vocação – graça – dificuldades. Qual é a minha vocação, a que é que Deus me chama, aonde me envia? Como se manifesta em mim a sua graça? Quais as dificuldades que encontro, como as ultrapassar? Viveremos então, no recomeço do ano, um novo início de caminhada.


Fonte: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=365

Pe. Edson retorna das férias à Diocese

Depois de um mês ausente da Diocese em suas férias, Pe. Edson retornou nesta segunda feira (02/07) a Pesqueira. 
Durante as férias, Pe. Edson esteve, a convite da Paróquia Santo Antonio dos Bancários, Arquidiocese de São Paulo, para duas atividades: uma foi a animação da Trezena de Santo Antonio com pregações e catequese. A festa este ano teve como foco central a família, destacando elementos do Catecismo da Igreja Católica, em virtude de se tratar do ano da fé. A cada noite da trezena, Pe. Edson ficou encarregado do conteúdo doutrinário para a comunidade, com grande participação dos fieis.
Um segundo momento do Padre em São Paulo foi a Semana de Eclesiologia que ele ministrou na Paróquia, contando com a participação de leigos e leigas de outras paróquias da Arquidiocese de São Paulo. O tema principal da Semana foi o Concílio Ecumênico Vaticano II, por se tratar dos 50 anos de sua abertura neste ano.
Maiores informações, inclusive fotos, podem ser vistas no site www.santoantoniobancarios.com.br

Terminadas essas atividades, Pe. Edson aproveitou o restante dos dias para visitas a famílias amigas de nossa região que residem em São Paulo, retornando logo depois às suas atividades na Diocese, também seu trabalho de evangelização pela música, bem como a retomada deste blog que a partir de agora passará a manter o seu ritmo normal de postagens.